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segunda-feira, 21 de junho de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
A menina tem swing!
Quem aos 13 anos prometia desta forma, aos 16 anos só poderia cumprir assim - de forma superior.
Já está por aí o (primeiro) álbum da Nikki.
Já está por aí o (primeiro) álbum da Nikki.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Brasília, 50 anos depois de 21 de Abril de 1960
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Brasília, antes.
Marcel Gautherot, 1959
Marcel Gautherot, 1958
Marcel Gautherot, 1958
Brasília, depois.
Marcel Gautherot, 1964
Marcel Gautherot, 1962
Marcel Gautherot, 1962
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Quero isto, já!
"Vertical Voices" - Kerry Marsh & Julia Dollison Sing the Music of Maria Schneider
A música de Maria Schneider interpretada por Kerry Marsh (7 vozes) e Julia Dollison (8 vozes), acompanhados pela secção rítmica da Maria Schneider Orchestra: Ben Monder (guitarra), Frank Kimbrough (piano), Jay Anderson (contrabaixo), Clarence Penn (bateria).
A música de Maria Schneider interpretada por Kerry Marsh (7 vozes) e Julia Dollison (8 vozes), acompanhados pela secção rítmica da Maria Schneider Orchestra: Ben Monder (guitarra), Frank Kimbrough (piano), Jay Anderson (contrabaixo), Clarence Penn (bateria).
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terça-feira, 30 de março de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Gravado no Montreal Jazz Festival de 2007, ou seja, aos 13 anos!
Dir-se-ia ser "the shape of jazz to come".
(obg pela dica, ssv :-)
(obg pela dica, ssv :-)
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Excelência
(vem isto a propósito do novo CD de Richard Galliano, "Bach", editado pela Deutsche Grammophon)
Bach, Richard Galliano, Gary Burton, Clarence Penn e swing, em 6/8, gravado em 2007. Isto, tudo junto, só pode ser excelente.
Bach, Richard Galliano, Gary Burton, Clarence Penn e swing, em 6/8, gravado em 2007. Isto, tudo junto, só pode ser excelente.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Hiromi, solo
Mais um álbum que importa muito ouvir. Também este será editado no dia 26 de Janeiro de 2010 (para além de 'Orchestrion', o novo de Pat Metheny de que aqui já se tratou).
Também da Hiromi já por aqui se falou, bem, e este novo CD é prova de que devemos estar sempre particularmente atentos às novidades de Hiromi Uehara.
Neste disco, uma particularidade mais: um tema chamado "Islands Azores", um dos tais "places to be" de que Hiromi trata neste CD.
Claramente disco a não perder.
Também da Hiromi já por aqui se falou, bem, e este novo CD é prova de que devemos estar sempre particularmente atentos às novidades de Hiromi Uehara.
Neste disco, uma particularidade mais: um tema chamado "Islands Azores", um dos tais "places to be" de que Hiromi trata neste CD.
Claramente disco a não perder.
sábado, 9 de janeiro de 2010
“One-Man Band” ?!? (2ª parte)
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
“One-Man Band” ?!?
“In the late 1800's and early 1900's, as player pianos emerged (pianos played mechanically by moving rolls of paper through a mechanism that physically moved the keys), the next logical step was to apply that same principle to a range of orchestral instruments, often including percussion and mallet instruments. These large instrument arrays were called Orchestrions.”
“‘Orchestrionics’ is the term that I am using to describe a new performance method to present music alone onstage using acoustic and acoustoelectric musical instruments that are mechanically controlled using the power of modern technology”.
“I have found myself again craving for a context that is somehow intrinsically connected to this moment in time - to find something that could only be happening now, in 2010.”
“This experience so far has provided me with a self-imposed challenge that has proven to be enormously difficult and time-consuming, but the early results have been absolutely exhilarating.”
“I am excited to share this project with all of you. I am hopeful and confident that if nothing else, this will be something truly unique. It feels like progress to me and has gotten some notes out of me that I didn't know were there. That is always a good thing.”
Pat Metheny - July 2009
“Postscript –
I have realized by now that as much as I can describe this project, even the people closest to me have had no idea what I was talking about until they have actually heard the music and had an encounter with it all in action. So, even having written all of the above, I know for sure that you still have to experience it yourself to really know what it is.”
Por aquilo que daqui se pode adivinhar, “Orchestrion”, o novo álbum de Pat Metheny, que estará à venda no dia 26 de Janeiro de 2010, deve reunir as condições para vir a ser uma, ou mais do que uma, das seguintes coisas:
a) mais um álbum imprescindível da discografia de PM;
b) uma “musical oddity” sem interesse;
c) uma brutal fonte de polémica;
d) um marco na história da música;
e) várias combinações das alíneas anteriores.
Uma coisa será certamente – de audição obrigatória.
“‘Orchestrionics’ is the term that I am using to describe a new performance method to present music alone onstage using acoustic and acoustoelectric musical instruments that are mechanically controlled using the power of modern technology”.
“I have found myself again craving for a context that is somehow intrinsically connected to this moment in time - to find something that could only be happening now, in 2010.”
“This experience so far has provided me with a self-imposed challenge that has proven to be enormously difficult and time-consuming, but the early results have been absolutely exhilarating.”
“I am excited to share this project with all of you. I am hopeful and confident that if nothing else, this will be something truly unique. It feels like progress to me and has gotten some notes out of me that I didn't know were there. That is always a good thing.”
Pat Metheny - July 2009
“Postscript –
I have realized by now that as much as I can describe this project, even the people closest to me have had no idea what I was talking about until they have actually heard the music and had an encounter with it all in action. So, even having written all of the above, I know for sure that you still have to experience it yourself to really know what it is.”
(texto completo aqui)
Por aquilo que daqui se pode adivinhar, “Orchestrion”, o novo álbum de Pat Metheny, que estará à venda no dia 26 de Janeiro de 2010, deve reunir as condições para vir a ser uma, ou mais do que uma, das seguintes coisas:
a) mais um álbum imprescindível da discografia de PM;
b) uma “musical oddity” sem interesse;
c) uma brutal fonte de polémica;
d) um marco na história da música;
e) várias combinações das alíneas anteriores.
Uma coisa será certamente – de audição obrigatória.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Mesmo a sair de 2009
Assim chego a este final de ano com a notícia e a divulgação de um dos últimos álbuns nacionais a serem editados em 2009. Aqui o faço por várias razões:
. Porque fazem música boa.
. Porque são rapaziada boa.
. Porque é malta da cidade onde vivo.
. Porque até aqui toca quem já ensinou música aos meus filhos.
E, sobretudo, porque assim vale a pena ocupar o tempo, os palcos e os estúdios, mais o espaço que lhes queiramos dar para os ouvir e divulgar.
Comprei-lhes um CD, na altura em que eles se aventuraram a gravar o primeiro álbum. Agora, conto ir vê-los apresentar o segundo, já com o patrocínio de gente de peso no jazz - Maria João e Filipe Melo.
Desejemos-lhes as maiores desbundas, aos Desbundixie.
. Porque fazem música boa.
. Porque são rapaziada boa.
. Porque é malta da cidade onde vivo.
. Porque até aqui toca quem já ensinou música aos meus filhos.
E, sobretudo, porque assim vale a pena ocupar o tempo, os palcos e os estúdios, mais o espaço que lhes queiramos dar para os ouvir e divulgar.
Comprei-lhes um CD, na altura em que eles se aventuraram a gravar o primeiro álbum. Agora, conto ir vê-los apresentar o segundo, já com o patrocínio de gente de peso no jazz - Maria João e Filipe Melo.Desejemos-lhes as maiores desbundas, aos Desbundixie.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
As escadinhas do Hot
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Lovisa, que é como quem diz Luísa
Gosto de descobrir coisas de que gosto, como aqui foi o caso. E nem é essencial que sejam coisas extraordinariamente boas, basta-me que sejam boas o suficiente para que as ponha aqui - como foi o caso.
Gosto da simplicidade desta voz e gosto do nome Luísa, mas em sueco. Vai daí, comprei o álbum e aqui o trago.
Deve ser problema meu - I fall in love too easily.
Gosto da simplicidade desta voz e gosto do nome Luísa, mas em sueco. Vai daí, comprei o álbum e aqui o trago.
Deve ser problema meu - I fall in love too easily.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Mehldau + 2
(fj) Brad Mehldau, Alcobaça, Novembro de 2009O tema de que mais gostei, num concerto que teve tudo de bom. Músicos inspirados, excelente som, piano afinadíssimo, companhia boa.
Sobre os músicos: Jeff Ballard, sóbrio mas criativo. Larry Grenadier, diligente e com uma técnica cada vez mais forte.
Brad Mehldau, para além da inspiração e da sua estética própria, fica-me deste concerto – o primeiro que vejo dele – uma sensação curiosa, a de que ele alberga dois solistas diferentes, um em cada mão. Frequentemente o piano me soou como se estivessem a tocar duas entidades distintas, em diálogo, umas vezes justapondo frases, outras vezes em contraponto.
Fico na dúvida sobre de onde provém esta sensação, se de quem toca ou de quem escuta.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Mingus
De saída para a Mingus Big Band. Espera-se hoje grande música em Leiria.
Trumpets:
- Greg Gisbert
- Avishai Cohen
- Tatum Greenblatt
Saxophones:
- Craig Handy
- Seamus Blake
- Scott Robinson
- Wayne Escoffery
- Jason Marshall
Trombones:
- Ku-umba Frank Lacy
- Conrad Herwig
- Earl McIntyre
Bass: Boris Kozlov
Piano: Kenny Drew Jr.
Drums: Donald Edwards
Trumpets:- Greg Gisbert
- Avishai Cohen
- Tatum Greenblatt
Saxophones:
- Craig Handy
- Seamus Blake
- Scott Robinson
- Wayne Escoffery
- Jason Marshall
Trombones:
- Ku-umba Frank Lacy
- Conrad Herwig
- Earl McIntyre
Bass: Boris Kozlov
Piano: Kenny Drew Jr.
Drums: Donald Edwards
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
O futuro passa por aqui
Jazz contemporâneo, tocado por 4 músicos excepcionais.
Joe Locke em vibrafone, é hoje incontornável, tão exuberante aqui - veja-se como ele se entrega durante todo o tema - como impecavelmente lírico noutras ocasiões.
Geoffrey Keezer (piano), musicalmente cultíssimo, um dos últimos "young lions" a sair dos Jazz Messengers de Art Blakey. Solo quase todo em stacatto e com referências de hard-bop de quem sabe a sério. Todos os mestres bem estudados.
Mike Pope (contrabaixo), a fazer lembrar Dave Holland no timbre e na solidez.
Terreon Gully (bateria) é um monstro absoluto. Baterista imprescindível que sigo desde que o conheci, na altura a acompanhar outro vibrafonista da nova geração - Stefon Harris. Tão capaz da mais bruta força como da mais fina subtileza (embora aqui pareça mais potente do que subtil).
Gente que garante o futuro, para eles e para nós.
Joe Locke em vibrafone, é hoje incontornável, tão exuberante aqui - veja-se como ele se entrega durante todo o tema - como impecavelmente lírico noutras ocasiões.
Geoffrey Keezer (piano), musicalmente cultíssimo, um dos últimos "young lions" a sair dos Jazz Messengers de Art Blakey. Solo quase todo em stacatto e com referências de hard-bop de quem sabe a sério. Todos os mestres bem estudados.
Mike Pope (contrabaixo), a fazer lembrar Dave Holland no timbre e na solidez.
Terreon Gully (bateria) é um monstro absoluto. Baterista imprescindível que sigo desde que o conheci, na altura a acompanhar outro vibrafonista da nova geração - Stefon Harris. Tão capaz da mais bruta força como da mais fina subtileza (embora aqui pareça mais potente do que subtil).
Gente que garante o futuro, para eles e para nós.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Hoje vi o chão coberto de folhas
Tierney Sutton, voz; Christian Jacob, piano; Trey Henry, contrabaixo; Ray Brinker, bateria
terça-feira, 22 de setembro de 2009
2 x 50 Ways to Leave Your Lover
E agora isto. Primeiro um original impecavelmente tocado pelo seu autor, com a sua banda formada pelos melhores dos tubarões (veja-se o trabalho de Steve Gadd e de Alain Mallet, ambos espantosos).
Depois, por um trio apenas (mas com alguns dos melhores tubarões, Larry Grenadier e Jeff Ballard, que há um ano vi com Mark Turner em "Fly").
Classe, em ambos os casos.
Depois, por um trio apenas (mas com alguns dos melhores tubarões, Larry Grenadier e Jeff Ballard, que há um ano vi com Mark Turner em "Fly").
Classe, em ambos os casos.
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